segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Alguns traços característicos da Inacianidade

A pessoa inaciana, aquela que vive a inacianidade, manifesta alguns traços típicos no seu modo de viver e de ser. Eis alguns desses traços:
Ser companheiro(a) de Jesus: conhecimento pessoal de Cristo, para mais amá-Lo e segui-Lo. Êxodo da estreiteza do próprio ser à largueza do coração: sair de si mesmo para os demais. A experiência pessoal como sabedoria de vida. Estar sempre a caminho: uma chave de compreensão da espiritualidade inaciana. Conhecimento das profundezas do próprio ser: descoberta do mundo dos desejos. Espiritualidade do acatamento reverencial. Mística inaciana: da experiência interior à encarnação na realidade. O “Magis” como propulsor da caminhada. Busca da maior Glória de Deus, na realização de Sua vontade. A Paixão pela Missão: busca do maior Serviço. Santidade: a ousadia de “deixar-se conduzir”. Uma espiritualidade de paradoxos: fazer tudo como dependesse de nós, mas em última instância tudo depende de Deus. Uma espiritualidade de discernimento que leva a um jeito próprio de rezar. Comunidade Inaciana de amigos(as) no Senhor. Inacianos: homens e mulheres no mundo, homens e mulheres de Igreja. Espiritualidade do trabalho: contemplativos na ação. Espiritualidade do cotidiano criativo: deixar-se conduzir pelo Espírito. A arte da conversação: conversas espirituais. Viver nas “fronteiras”: ir onde a Igreja nos envia
Ser companheiro(a) de Jesus: conhecimento pessoal de Cristo, para mais amá-Lo e segui-Lo. Êxodo da estreiteza do próprio ser à largueza do coração: sair de si mesmo para os demais. A experiência pessoal como sabedoria de vida. Estar sempre a caminho: uma chave de compreensão da espiritualidade inaciana. Conhecimento das profundezas do próprio ser: descoberta do mundo dos desejos. Espiritualidade do acatamento reverencial. Mística inaciana: da experiência interior à encarnação na realidade. O “Magis” como propulsor da caminhada. Busca da maior Glória de Deus, na realização de Sua vontade. A Paixão pela Missão: busca do maior Serviço. Santidade: a ousadia de “deixar-se conduzir”. Uma espiritualidade de paradoxos: fazer tudo como dependesse de nós, mas em última instância tudo depende de Deus. Uma espiritualidade de discernimento que leva a um jeito próprio de rezar. Comunidade Inaciana de amigos(as) no Senhor. Inacianos: homens e mulheres no mundo, homens e mulheres de Igreja. Espiritualidade do trabalho: contemplativos na ação. Espiritualidade do cotidiano criativo: deixar-se conduzir pelo Espírito. A arte da conversação: conversas espirituais. Viver nas “fronteiras”: ir onde a Igreja nos envia
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Exercícios Espírituais
Jesus, meu Deus, meu Redentor, meu amigo, meu íntimo amigo, meu coração, meu amor: aqui estou para te dizer, do mais profundo do meu coração e com a maior sinceridade e afeto de que sou capaz: não há nada no mundo que me atraia, senão só Tu, meu Jesus. Não quero as coisas do mundo. Não quero consolar-me com as criaturas. Só quero esvaziar-me de tudo e de mim mesmo, para amar-te só a Ti. Para Ti, Senhor, todo o meu coração, todo meu carinho, todos meus afetos, todas suas delicadezas. Ó Senhor, não me canso de repetir: nada quero, senão teu amor e tua confiança. Eu te prometo, Senhor, te juro: escutarei sempre tuas inspirações, viverei tua mesma vida. Fala-me mui freqüentemente, no fundo da minha alma e exige-me muito. Eu te juro, por teu coração,fazer sempre o que Tu desejas,por mínimo ou custoso que for.Como serei capaz de te negar alguma coisa, se o único consolo de meu coração é esperar que saia uma palavra de tua boca, para poder fazer tua vontade? Senhor, olha minha miséria, minha fraqueza. que Tu desejes de mim! Mata-me antes de que eu te negue alguma coisa Senhor, por tua Mãe! Senhor, pelas almas! Concede-me essa graça...
(Oração pessoal do Pe. Pedro Arrupe, superior geral da Companhia de Jesus, 1965-1983)
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O que trazemos no coração
A Quarta-Feira de Cinzas, abrindo o tempo da Quaresma, convidanos à revisão de vida e à vonversão, como preparação à Páscoa do Senhor. E a conversão se identifica, na prática, com ações de justiça.
Para o povo da Bíblia, as três principais obras de justiça eram a esmola, a oração e o jejum. Mas o ensinamento de Jesus chama a atenção para a hipocresia que pode se esconder nas práticas de piedade.
A hipocresia é a máscara que esconde, nas práticas religiosas, alguém preocupado somente em aparecer. Preocupado não com a busca da justiça, mas com a busca da própria vaidade. E então as palavras de Jesus, como sempre, iluminam nosso caminho, fazendo-nos pensar sobre o que trazemos no coração.
Dar esmola, mais que dar uns trocados aos necessitados para aliviar a consciência, é solidarizar-se com os que não têm condições de vida digna. Quando nos solidarizamos, realizando ações concretas em favor dos sofredores, mostramos a Deus que nossa esmolaé, de fato, expressão de um coração solidário.
A oração ensinada por Jesus só tem sentido se feita com humildade diante de Deus e dos outros. Rezar é confiar em Deus, que nos atende quando rezamos no nome de Jesus, quando pedimos coisas boas – como o dom do Espírito Santo, o perdão e o bem dos outros. Assim mostramos a Deus que nossa oração é expressão de um coração confiante.
O jejum, privação do alimento, traz consigo a denúncia profética de um mundo injusto, em que uns se deliciam com pratos caríssimos enquantos muitos morrem de fome. Quando nos preocupamos com os outros e conseguimos nos privar de algo por ele, mostramos a Deus que nosso jejum é expressão de um coração generoso.
O que conta é o que trazemos no coração. E Deus bem conhece nosso íntimo. Quem lhe entrega o coração e as boas ações em favor dos irmãos terá recompensa. Os que trombeteiam suas ditas boas ações aos quatro cantos serão conhecidos, mas talvez, em vez de Deus, encontrem somente o próprio orgulho.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp
Para o povo da Bíblia, as três principais obras de justiça eram a esmola, a oração e o jejum. Mas o ensinamento de Jesus chama a atenção para a hipocresia que pode se esconder nas práticas de piedade.
A hipocresia é a máscara que esconde, nas práticas religiosas, alguém preocupado somente em aparecer. Preocupado não com a busca da justiça, mas com a busca da própria vaidade. E então as palavras de Jesus, como sempre, iluminam nosso caminho, fazendo-nos pensar sobre o que trazemos no coração.
Dar esmola, mais que dar uns trocados aos necessitados para aliviar a consciência, é solidarizar-se com os que não têm condições de vida digna. Quando nos solidarizamos, realizando ações concretas em favor dos sofredores, mostramos a Deus que nossa esmolaé, de fato, expressão de um coração solidário.
A oração ensinada por Jesus só tem sentido se feita com humildade diante de Deus e dos outros. Rezar é confiar em Deus, que nos atende quando rezamos no nome de Jesus, quando pedimos coisas boas – como o dom do Espírito Santo, o perdão e o bem dos outros. Assim mostramos a Deus que nossa oração é expressão de um coração confiante.
O jejum, privação do alimento, traz consigo a denúncia profética de um mundo injusto, em que uns se deliciam com pratos caríssimos enquantos muitos morrem de fome. Quando nos preocupamos com os outros e conseguimos nos privar de algo por ele, mostramos a Deus que nosso jejum é expressão de um coração generoso.
O que conta é o que trazemos no coração. E Deus bem conhece nosso íntimo. Quem lhe entrega o coração e as boas ações em favor dos irmãos terá recompensa. Os que trombeteiam suas ditas boas ações aos quatro cantos serão conhecidos, mas talvez, em vez de Deus, encontrem somente o próprio orgulho.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
Invocação ao Espírito Santo
Vem Espírito Santo. Desperta a nossa fé débil, pequena e vacilante. Ensina-nos a viver confiando no amor insondável de Deus nosso Pai a todos os Seus filhos e filhas, estejam dentro ou fora da Tua Igreja. Se se apaga esta fé em nossos corações, depressa morrerá também em nossas comunidades e igrejas.
Vem Espírito Santo. Faz que Jesus ocupe o centro da Tua Igreja. Que nada nem ninguém O suplante nem O obscureça. Não vivas entre nós sem atrair-nos para o Teu Evangelho e sem converter-nos para O seguir. Que não fujamos da Sua Palavra, nem nos desviemos do Seu mandato de amor. Que não se perca no mundo a Sua memória.
Vem Espírito Santo. Abre os nossos ouvidos para escutar as Teus chamamentos, os que nos chegam hoje, desde as interrogações, sofrimentos, conflitos e contradições dos homens e mulheres dos nossos dias. Faz-nos viver abertos ao Teu poder para gerar a fé nova que necessita esta sociedade nova. Que, na Tua Igreja, vivamos mais atentos ao que nasce que ao que morre, com o coração suportado pela esperança e não minado pela nostalgia.
Vem Espírito Santo e purifica o coração da Tua Igreja. Coloca verdade entre nós. Ensina-nos a reconhecer os nossos pecados e limitações. Recorda-nos que somos como todos: frágeis, medíocres e pecadores. Liberta-nos da nossa arrogância e falsa segurança. Faz que aprendamos a caminhar entre os homens com mais verdade e humildade.
Vem Espírito Santo. Ensina-nos a olhar de forma nova a vida, o mundo e, sobretudo, as pessoas. Que aprendamos a olhar como Jesus olhava aos que sofrem, aos que choram, aos que caem, aos que vivem sós e esquecidos. Se muda o nosso olhar, mudará também o coração e o rosto da Tua Igreja. Os discípulos de Jesus, irradiaremos melhor a Sua proximidade, a Sua compreensão e solidariedade para com os mais necessitados. Iremos parecer-nos mais ao nosso Mestre e Senhor.
Vem Espírito Santo. Faz de nós uma Igreja de portas abertas, coração compassivo e esperança contagiosa. Que nada nem ninguém nos distraia ou desvie do projeto de Jesus: fazer um mundo mais justo e digno, mais amável e ditoso, abrindo caminhos ao reino de Deus.
José Antonio Pagola.
Vem Espírito Santo. Faz que Jesus ocupe o centro da Tua Igreja. Que nada nem ninguém O suplante nem O obscureça. Não vivas entre nós sem atrair-nos para o Teu Evangelho e sem converter-nos para O seguir. Que não fujamos da Sua Palavra, nem nos desviemos do Seu mandato de amor. Que não se perca no mundo a Sua memória.
Vem Espírito Santo. Abre os nossos ouvidos para escutar as Teus chamamentos, os que nos chegam hoje, desde as interrogações, sofrimentos, conflitos e contradições dos homens e mulheres dos nossos dias. Faz-nos viver abertos ao Teu poder para gerar a fé nova que necessita esta sociedade nova. Que, na Tua Igreja, vivamos mais atentos ao que nasce que ao que morre, com o coração suportado pela esperança e não minado pela nostalgia.
Vem Espírito Santo e purifica o coração da Tua Igreja. Coloca verdade entre nós. Ensina-nos a reconhecer os nossos pecados e limitações. Recorda-nos que somos como todos: frágeis, medíocres e pecadores. Liberta-nos da nossa arrogância e falsa segurança. Faz que aprendamos a caminhar entre os homens com mais verdade e humildade.
Vem Espírito Santo. Ensina-nos a olhar de forma nova a vida, o mundo e, sobretudo, as pessoas. Que aprendamos a olhar como Jesus olhava aos que sofrem, aos que choram, aos que caem, aos que vivem sós e esquecidos. Se muda o nosso olhar, mudará também o coração e o rosto da Tua Igreja. Os discípulos de Jesus, irradiaremos melhor a Sua proximidade, a Sua compreensão e solidariedade para com os mais necessitados. Iremos parecer-nos mais ao nosso Mestre e Senhor.
Vem Espírito Santo. Faz de nós uma Igreja de portas abertas, coração compassivo e esperança contagiosa. Que nada nem ninguém nos distraia ou desvie do projeto de Jesus: fazer um mundo mais justo e digno, mais amável e ditoso, abrindo caminhos ao reino de Deus.
José Antonio Pagola.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
Rezando o Salmo 139(138)
Eu sei, Senhor, que Tu me sondas,
eu sei também, Senhor, que me conheces,
sei que de longe, penetras o meu pensamento,
e é isso, Senhor, o que me tranquiliza.
Se a minha imagem de Ti
ainda não é quem Tu és,
é porque ainda sou muito pequena,
para que em mim caiba tão grande mistério.
Formei uma imagem de Ti, nos anos da infância,
mas não eras Tu.
Em seguida, foi teu olhar trino, na sala de aula, que me apavorou...
Passei boa parte de mim, escondendo-me de Ti...
Um dia, já adolescente, eu Te vi: homem, judeu,
passeando pelas ruas da Galiléia.
Então, Interessei-me pela história de Jesus de Nazareth,
começou a busca por um outro Deus:
O Pai de Jesus!
Comecei a despojar-me do deus dos país...
Interessei-me pela fidelidade de um Homem
ao Projeto de Seu Pai.
conheci um Reino diferente.
Passei a acreditar: um outro jeito de ser Igreja é possível.
Pedindo o conhecimento interno de Jesus,
fui aprendendo a tolerância, a paciência, a ternura,
a pensar no tempo de Deus.
E porque, Senhor, Tu me conheces
e sei que Tu amas
eu confio.
Sei que, ainda, que eu não Te sinta
Tu estás comigo.
Louvo-te a paciência de me procurar
onde quer que eu me escondesse,
a Esperança que puseste em mim...
Vou me desnudando aos poucos
até que possas dizer um dia:
Zaíra, agora, tu fazes parte do “Resto de Israel”,
tu te chamarás Esperança!
Zaíra Kovacs
ITAICI -REVISTA DE ESPIRITUALIDADE INACIANA Setembro/2008
eu sei também, Senhor, que me conheces,
sei que de longe, penetras o meu pensamento,
e é isso, Senhor, o que me tranquiliza.
Se a minha imagem de Ti
ainda não é quem Tu és,
é porque ainda sou muito pequena,
para que em mim caiba tão grande mistério.
Formei uma imagem de Ti, nos anos da infância,
mas não eras Tu.
Em seguida, foi teu olhar trino, na sala de aula, que me apavorou...
Passei boa parte de mim, escondendo-me de Ti...
Um dia, já adolescente, eu Te vi: homem, judeu,
passeando pelas ruas da Galiléia.
Então, Interessei-me pela história de Jesus de Nazareth,
começou a busca por um outro Deus:
O Pai de Jesus!
Comecei a despojar-me do deus dos país...
Interessei-me pela fidelidade de um Homem
ao Projeto de Seu Pai.
conheci um Reino diferente.
Passei a acreditar: um outro jeito de ser Igreja é possível.
Pedindo o conhecimento interno de Jesus,
fui aprendendo a tolerância, a paciência, a ternura,
a pensar no tempo de Deus.
E porque, Senhor, Tu me conheces
e sei que Tu amas
eu confio.
Sei que, ainda, que eu não Te sinta
Tu estás comigo.
Louvo-te a paciência de me procurar
onde quer que eu me escondesse,
a Esperança que puseste em mim...
Vou me desnudando aos poucos
até que possas dizer um dia:
Zaíra, agora, tu fazes parte do “Resto de Israel”,
tu te chamarás Esperança!
Zaíra Kovacs
ITAICI -REVISTA DE ESPIRITUALIDADE INACIANA Setembro/2008
domingo, 30 de novembro de 2008
DA REZA À ORAÇÃO
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sábado, 29 de novembro de 2008
Exercícios Espirituais
"Entende-se por exercícios espirituais qualquer modo de examinar a consciência, de meditar, de contemplar, de orar vocal e mentalmente, e outras operações espirituais. Os Exercícios Espirituais são, no seu conjunto orgânico, uma pedagogia espiritual, mediante a qual se dá espaço para que o Espírito Santo possa atuar, instruindo, movendo e robustecendo o exercitante" (Exercícios Espirituais n°1).Fruto da conversão de Santo Inácio, os Exercícios Espirituais propõem os assuntos sobre os quais ele refletiu, meditou e contemplou, com a indicação de atitudes e procedimentos que o moveram a mudar de vida e entregar-se a Deus. "Exercícios Espirituais são para vencer a si mesmoe ordenar a própria vida, sem se determinar pornenhuma afeição desordenada."(Exercícios Espirituais n°21) "(Eles) têm transformado muitos corações e muitas vidas e têm sido fonte de importantes mudanças sociais e culturais. (...) podem ser adaptados às pessoas de distintos estágios na caminhada espiritual e a diferentes programas deacompanhamento das pessoas na vida ordinária. (...) Estou pessoalmenteconvencido de que não temos nada melhor para oferecer."(Peter-Hans Kolvenbach, SJ, Superior Geral dos Jesuítas)
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Exercícios Espírituais
Quais os objetivos do Centro de Espiritualidade Inaciana - CIES?
1) Em primeiro lugar, "favorecer a experiência, o estudo e a divulgação dos Exercícios Espirituais (EE) e da espiritualidade inaciana, a serviço da pessoa humana e da Igreja. 2) "Renovar o modo de dar os EE, adaptando-os às diversas situações e categorias de pessoas, assegurada a fidelidade à experiência de Inácio de Loyola".
3) "Estimular e promover a formação de núcleos de pessoas que se dediquem ao ministério dos EE". No momento, temos contato com uma dúzia desses núcleos, de diversa origem e alcance.
4) "Buscar o intercâmbio com os demais centros de espiritualidade inaciana e outros". As distâncias geográficas e o volume de atividades têm dificultado, até hoje, a realização desse objetivo a contento.
5) "Promover a formação espiritual de leigos que, animados pela fé e comprometidos com a justiça, evangelizem a cultura e colaborem com os diversos ministérios". Justamente no número da revista que tem nas mãos, o leitor encontrará algum fruto desse nosso desejo.
6) "Colaborar para o aprofundamento espiritual do clero e dos seminaristas". A ninguém escapa a importância eclesial deste último objetivo. É crescente a procura de EE por parte de padres e seminaristas.
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