quarta-feira, 20 de junho de 2012

Nossa Senhora da e na Eucaristia

Este foi o título escolhido por Pe. Pedro Maione, SJ, para a Manhã de Espiritualidade no CIES, no último domingo, dia 17 de junho, quando iniciou afirmando que Nossa Senhora é quem nos ajuda na caminhada, é o nosso guia. E prosseguiu, ressaltando que nós conhecemos Nossa Senhora quando tinha mais ou menos dezesseis anos, na casinha de Nazaré, era uma adolescente que vivia com seus pais Ana e Joaquim. Devemos olhar e aprender com ela, que disse “Eis aqui a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo tua palavra” (Lc 1,38). “Escrava” porque não tem vontade própria, é a escravidão do amor. E ela foi fiel até os 72 anos. Devemos olhar e perguntarmo-nos: procuramos tornarmo-nos escravos/as de amor?

O “faça-se” é muito sério, é diferente de “eu farei”. Santa Terezinha disse algo parecido, ela queria ser como uma bola para uma cirança, que fica no canto da sala, esperando que a criança pegue para brincar... Precisamos afastarmo-nos da Maria melosa, adocicada e aproximarmo-nos da Maria que até puxa as orelhas de Jesus (Lc 2,48). É a Maria do “faça-se”, que cala e “guarda tudo no coração”. A este Filho, aos 34 anos, ela manifesta que não há mais vinho na festa e diz aos seventes: “Façam tudo o que ele vos disser”.

terça-feira, 19 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dia 14 de junho...


O CIES acolheu, com muita alegria, o recém ordenado Pe. Franklin Alves Pereira, SJ, que presidiu a Celebração Eucarística desta quinta-feira, lembrando-nos, na sua homilia, que o Evangelho de Mateus foi construído com cinco discursos, intercalados com narrativas, isto é, Jesus fala e narra. Os cinco discursos estão relacionados com a Torá e, em Mateus, Jesus é o Mestre, Aquele que traz a Nova Lei, porque os cristãos estavam se organizando e era necessário decidir se, realmente, queriam seguir Jesus. Por isso, neste contexto cabe perguntar se “vale a pena jogar fora tudo o que recebemos de nossos pais”? O que é o novo que Jesus traz?

terça-feira, 12 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Celebração da Visitação de Nossa Senhora

Estando em Salvador, sempre que possível, Pe. Miguel Martins, Provincial da BNE, vem celebrar com a Equipe do CIES, na quinta feira, às 8h, alegrando os nossos corações, pois sabemos como é “apertada”sua agenda. E foi assim que ele iniciou sua homilia neste 31 de maio de 2012: “Na liturgia de hoje, celebramos a história de uma visita, algo muito forte para nós, cristãos, porque é a descida do próprio Deus, é Deus que, em Maria, engravida a humanidade”.

E prosseguiu: “Maria se percebe portadora de algo tão grande que vai contar à sua prima Isabel; são duas mulheres que vivem uma situação limite, duas experiências diferentes do Mistério: a jovem grávida, no início da sua vida, e a mulher idosa também grávida, ambas vivendo esta dimensão do Mistério. Todos nós podemos sentir a experiência de Isabel, porque Jesus está dentro de nós e também exulta quando nos aproximamos de Maria”.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Os Sete Sinais de Cristo no Evangelho de João

O Pe. Johan Konings, SJ, iniciou o Curso declarando que o quarto evangelista é um bom pregador, pois começa contando histórias de Jesus que deixam transparecer alguma coisa, mas não tudo, e, depois, apresenta os sete sinais (capítulos 2 a 12); na segunda parte, é o livro da Glória (manifestação), onde o evangelista deixa Jesus explicar o sentido daquilo que Ele fez. O importante do Evangelho de João é situar a Glória no lugar certo e na hora certa: na cruz, quando Jesus diz “Tudo está consumado” (12, 31-32); no fim dos sinais, quando Jesus fala com o Pai (12, 20-50) é uma dobradiça que une os dois painéis do Evangelho: Sinais e Glória (13-20) e ajuda a compreender a narrativa.

Uma primeira coisa a indagar: por que SINAIS? A palavra milagre não está no Evangelho, porque significa algo para mirar; daí tiramos a lição de que aquilo que é chamado milagre não é só para mirar porque é bonito e impressionante. Os Evangelhos usam o termo dinamus, que significa força, poder. As obras de Jesus são chamadas de obras de poder. Mas, que poder? Significa que pode fazer alguma coisa, não significa opressão. Poder é uma coisa boa, se não houver abuso. A palavra poder é alternada com a palavra autoridade, que pode ser exercida com amor e compaixão. A autoridade deveria ser entendida como autorização, autoridade delegada. Jesus fala com a permissão do Pai. É a combinação do poder de Jesus com a autorização do Pai. Jesus executa o poder do Pai.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Festa N. S. da Estrada

Reunimo-nos hoje, às 08 horas, para celebrar, juntamente com Pe. Eliomar Ribeiro e Pe. James Roberto- jesuítas ligados ao CIES por missão e afeto - a festa de N. S. da Estrada. No início da Celebração, Pe. Eliomar, atual Diretor do CIES, recordou-nos que a devoção dos inacianos a N.S. da Estrada vem desde Santo Inácio de Loyola, porque foi a imagem de Nossa Senhora que ele encontrou quando estava em peregrinação, e este ícone se encontra na Capela “del Gesú”, Igreja titular da Companhia de Jesus em Roma.

A Mulher Invisível