
O cotidiano, carregado de surpresas e imprevistos, intercalado com a escuta orante da Palavra de Deus me fez pensar sobre o essencial e o conjunto da missão. Em África, onde se fala e vive a pobreza absoluta, somos tentados a fazer da missão um dar coisas, reformar antigas estruturas ou cair nas lógicas falidas de nosso mundo onde o dinheiro aparentemente resolva tudo. Missão para e não missão com. Ao chegar vive-se este dilema. O que fazer?