
O Salão Santo Inácio estava devidamente preparado para a Manhã de Espiritualidade no dia 16 de abril, com pedras, gravetos, cinzas, a cruz, duas jarras sem água, um ambiente que retratava intensa desolação: falta água, falta verde (esperança), falta unidade, só aridez. No final desse caminho, o sinal de esperança, com a PALAVRA DE DEUS e o CÍRIO PASCAL: eis a consolação!
O canto sobre a Paixão do Senhor e o versículo do Salmo 51 “Na imensidão do Vosso Amor, purificai-me” levaram-nos a silenciar e refletir sobre a proposta de oração: O Perdão.
A Graça suplicada: "Senhor, que eu possa penetrar no mistério da Ressurreição do Teu Divino Filho, para experimentar e gozar de sua alegria" (EE 221).
Para obter esta alegria é preciso a graça do perdão e só perdoa quem se deixa perdoar. O Evangelho de Mateus (9,1-11) onde Jesus é tentado pelo Demônio, foi lido para mostrar a verdadeira comunhão com o Pai, que não o permite cair em tentação. Assim, aprendemos que devemos pedir a Deus que nos ajude a perceber por onde o mal tenta nos conduzir e como conseguiremos resistir às tentações.